A Transição Urgente para o IBS
O cenário fiscal mudou. A adaptação não é opcional, é uma questão de sobrevivência orçamentária para o seu município a partir de 2026.
1 Urgência 2026
O relógio está correndo. Em 2026, o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) começará a ser implementado. Municípios que não estiverem com suas bases de dados saneadas e com a arrecadação própria consolidada perderão representatividade no bolo tributário nacional. A inércia agora custará milhões em repasses futuros.
2 Adequação do Código Tributário
O Código Tributário Municipal (CTM) precisa ser revisado imadiatamente. É necessário eliminar inconsistências, atualizar plantas genéricas de valores e garantir que a legislação local esteja em total harmonia com a Emenda Constitucional 132/2023. Um CTM obsoleto é uma porta aberta para a evasão fiscal e para a perda de receitas.
3 Proteção do Repasse de Receitas
Sua participação no IBS dependerá diretamente da sua eficiência arrecadatória atual. Monitorar e auditar o ISSQN (especialmente de Bancos e Cartórios) agora não é apenas sobre o caixa presente, é sobre garantir a cota-parte do município para as próximas décadas.
Risco de Colapso Orçamentário
Municípios que ignorarem a transição correm o risco real de verem suas receitas despencarem drasticamente com o fim do ISS como o conhecemos.
NFS-e Nacional
A padronização é inevitável. Implementamos e integramos o padrão nacional de Nota Fiscal de Serviço Eletrônica, garantindo que seu município não fique isolado tecnologicamente e possa cruzar dados com a Receita Federal.
- Integração Total
- Compliance Digital
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